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“NO FINAL DE CONTAS,
O VALOR DE UM ESTADO
É VALOR DOS INDIVÍDUOS
QUE O COMPÕEM."
         
                     JOHN STUART MILL

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ALAGOAS

                             Brasão de Alagoas Bandeira de Alagoas
                           Brasão  Bandeira
Lema: Paz e prosperidade
Gentílico: Alagoano

Localização

 
Região Nordeste
Estados limítrofes SE, PE e BA
Mesorregiões 3
Microrregiões 13
Municípios 102
   
Capital Maceió
   
Governador José Renan Vasconcelos Calheiros Filho
Vice- Governador José Luciano Barbosa da Silva
   
Deputados Federais 9
Deputados Estaduais 27
Senadores 3
   
Área Total 27.778,506 km2
População 2014
Estimativa 3.321.730 habitantes
Densidade 119,58 hab/km2
   
Economia 2013
PIB R$ 28.540.000.000,00
PIB per capita R$ 9.079,00
   
Indicadores 2008
Esperança de vida 69,2 anos
Mortalidade Infatil 31,2% nascimento
Analfabetismo 22,52%
IDH (2010) 0,631 - médio
   
Fuso Horário UTC - 03:00
Clima Tropical
Cod. ISO 3166-2 BR-AL
   

Site governamental

  http://www.governo.al.gov.br/

Alagoas é uma das 27 unidades federativas do Brasil e está situado à leste da região Nordeste. Tem como limites Pernambuco (N e NO); Sergipe (S); Bahia (SO); e o oceano Atlântico (L). Ocupa uma área de 27.778,506 km², sendo ligeiramente maior que o Haiti. Sua capital é a cidade de Maceió. É formado por 102 municípios e suas cidades mais populosas são:
Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios, Rio Largo, Penedo, União dos Palmares, São Miguel dos Campos, Santana do Ipanema, Delmiro Gouveia, Coruripe, Marechal Deodoro, Campo Alegre e Pilar.

Penúltimo Estado brasileiro em área (mais extenso apenas que Sergipe) e 16º em população, é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar e coco-da-baía do país e tem na agropecuária a base de sua economia. Terra do sururu, marisco das lagoas que serve de alimento à população do litoral, e da água de coco. Alagoas possui também um dos folclores mais ricos do país.
Inicialmente, o território alagoano constituía a parte sul da Capitania de Pernambuco, só vindo a conquistar sua autonomia em 1817. Sua ocupação decorreu da expansão para o sul da lavoura de cana-de-açúcar da capitania de Pernambuco, que necessitava de novas áreas de cultivo. Surgiram, assim, Porto Calvo, Alagoas (atual Marechal Deodoro) e Penedo, núcleos que orientaram, por muito tempo, a colonização e a vida econômica e social da região. A invasão holandesa em Pernambuco estendeu-se a Alagoas em 1631. Os invasores foram expulsos em 1645, depois de intensos combates em Porto Calvo, deixando a economia local totalmente desorganizada. A fuga de escravos negros durante a invasão holandesa criou um sério problema de falta de mão de obra nas plantações de cana. Agrupados em aldeamentos denominados quilombos, os negros só foram dominados completamente no final do século XVII, com a destruição do quilombo mais importante, o de Palmares. Durante o Império, a Confederação do Equador (1824) movimento separatista e republicano, recebeu o apoio de destacadas figuras alagoanas. Na década de 1840, a vida política local foi marcada pelo conflito entre os lisos, conservadores, e os cabeludos, liberais. No início do século XX, o sertão alagoano viveu a experiência pioneira de Delmiro Gouveia, empresário cearense que instalou, em Pedra (atualmente, Delmiro Gouveia), a fábrica de linhas Estrela, que chegou a produzir 200 mil carretéis diários. Delmiro Gouveia foi assassinado em outubro de 1917 em circunstâncias até hoje não esclarecidas, depois de ser pressionado, segundo consta, a vender sua fábrica a firmas concorrentes estrangeiras. Depois de sua morte, suas máquinas teriam sido destruídas e atiradas na cachoeira de Paulo Afonso.
A região onde hoje se encontra o Estado de Alagoas foi invadida por franceses no início do século XVI, sendo retomada pelos portugueses em 1535, sob o comando de Duarte Coelho, donatário da capitania de Pernambuco, que organizou duas expedições e percorreu a área fundando alguns vilarejos, como o de Penedo. Também incentivou a plantação de cana-de-açúcar e a formação de engenhos. Em 1630, os holandeses invadiram Pernambuco e também ocuparam a região de Alagoas até 1645, quando os portugueses voltaram a conquistar o controle da região.
Em 1706 Alagoas é elevada à condição de comarca, primeiro passo para o alcance de sua autonomia. Em torno de 1730 a comarca possuía cerca de 50 engenhos, 10 freguesias e razoável prosperidade. A emancipação política aconteceu em 1817, quando a comarca foi elevada à condição de capitania. Durante os períodos subseqüentes, várias sublevações contra os portugueses se sucederam em Alagoas. A Primeira Constituição do Estado foi assinada em 11 de junho de 1891, em meio a graves agitações políticas, que assinalaram o início da vida republicana.
Em 1839 a sede do governo foi transferida da antiga cidade de Alagoas (hoje Marechal Deodoro) para Maceió.

Etimonia
O nome Alagoas é derivado dos numerosos lagos que se comunicam uns com os outros e também com os diversos rios que banham a região.

O latim lacus, "tanque, lago" é a fonte, no acervo vocabular primitivo, do português, espanhol e italiano lago e do francês lac ; um seu derivado, o latim lacuna, "fojo, buraco", "falta, carência, omissão", explica o espanhol e italiano laguna. O português "lagoa", coincidente com a variante espanhola lagona e o mirandês llagona, supõe mudança de sufixo,
10 documentada já em 938 num documento de Valencia, sob a grafia lacona,6 e noutro de 1094, de Sahagún, sob a grafia lagona. Sob a grafia "lagona" (talvez "lagõna"), é documentado no século XIV , tendo alternado com a forma "lago" por longo tempo. Já a prótese (incorporação do artigo "a", formando "alagoa") ocorreu sobretudo a partir de locuções ("na lagoa", "vindo da lagoa") ou por regularização morfológica com os derivados do verbo "alagar" ("alagadiço", "alagado", "alagador", "alagamento" etc.). O dicionário Aurélio registra "alagoa" como uma variação de "lagoa".

A forma "alagoa" aparece nos nomes concorrentes das lagoas Manguaba e Mundaú (aquela, "alagoa do sul", e esta, "alagoa do norte") já no século XVI, quando se fundam, perto, os núcleos de povoamento de Alagoa do Norte e Alagoa do Sul, chamados "as Alagoas", com inclusão dos demais núcleos de povoamento da área.

O sufixo do gentílico é o característico da área gentílica de -ano do
Brasil
(paraibano, pernambucano, alagoano, sergipano, baiano, goiano, a que viria juntar-se acriano).

Emancipação política
O povoamento do território alagoano se processou lentamente, mas admite-se que sua formação se originou de três grupamentos básicos: Penedo, Porto Calvo e Alagoas (atual Marechal Deodoro).
A região foi invadida por franceses no início do século XVI, sendo retomada pelos portugueses em 1535, sob o comando de Duarte Coelho, donatário da capitania de Pernambuco, que organizou duas expedições e percorreu a área fundando alguns vilarejos, como o de Penedo. Também incentivou a plantação de cana-de-açúcar e a formação de engenhos. Em 1630, os holandeses invadiram Pernambuco e também ocuparam a região de Alagoas até 1645, quando os portugueses voltaram a conquistar o controle da região.
Em 1706 Alagoas é elevada à condição de comarca, primeiro passo para o alcance de sua autonomia. Em torno de 1730 a comarca possuía cerca de 50 engenhos, 10 freguesias e razoável prosperidade. A emancipação política aconteceu em 1817, quando a comarca foi elevada à condição de capitania. Durante os períodos subseqüentes, várias sublevações contra os portugueses se sucederam em Alagoas. A Primeira Constituição do Estado foi assinada em 11 de junho de 1891, em meio a graves agitações políticas, que assinalaram o início da vida republicana.
Em 1839 a sede do governo foi transferida da antiga cidade de Alagoas (hoje Marechal Deodoro) para Maceió.

Palmares
Aconteceu em Alagoas por volta de 1630, a maior revolta de escravos ocorrida no País, onde se organizou o famoso Quilombo dos Palmares, uma confederação de quilombos organizada sob a direção de Zumbi, o chefe guerreiro dos escravos revoltosos. Palmares chegou a ter população de 30 mil habitantes, distribuídos em várias aldeias, onde plantavam milho, feijão, mandioca, batata-doce, banana e cana-de-açúcar. Também criavam galinhas e suínos, conseguindo extrair um excedente de sua produção, que era negociado nos povoados vizinhos. A fartura de alimentos em Palmares foi um dos fatores fundamentais para a sua resistência aos ataques dos militares e brancos em geral, durante 65 anos. Foi destruído em 1694. Em 1695, Zumbi fugiu e foi morto, acabando assim o sonho de liberdade daqueles ex-escravos, que só viriam a conhecer a sua libertação oficial em 1888.

 

GUIA DOS PARCEIROS


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